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O Data Set TEA é o instrumento que garante consistência e rastreabilidade na coleta de informações assistenciais sobre o cuidado ao paciente com Transtorno do Espectro Autista. Cada campo foi desenhado para capturar exatamente o que é necessário para mapear a realidade da operação — sem redundância e sem lacuna.
Os dados coletados aqui alimentam a construção da linha de cuidado, a análise de rede, a revisão de contratos e a estruturação de modelos de remuneração. O preenchimento completo e preciso é o que permite transformar informação em decisão.
Envio e anexos: ao final do formulário, há uma seção dedicada para anexar relatórios, planilhas, dashboards e outros arquivos de apoio. Após o preenchimento, você pode enviar o formulário completo por e-mail diretamente para a sua equipe e para a consultoria.
Segurança dos dados: todas as informações são processadas localmente no seu navegador e não são armazenadas em servidores externos. A transmissão por e-mail utiliza criptografia TLS padrão de mercado. Seu rascunho é salvo automaticamente no próprio dispositivo para que você possa retomar o preenchimento a qualquer momento.
Informe a quantidade de profissionais que atendem pacientes TEA na rede, separando por categoria (médicos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e psicólogos).
Generalista: profissional sem formação específica em TEA, mas que atende essa população.
Especialista: profissional com formação ou certificação específica em TEA/neurodesenvolvimento.
Caso tenha mais de um prestador, considere o total da rede credenciada.
Informe dados agregados dos pacientes diagnosticados com TEA na carteira da operadora.
Instrumento diagnóstico: CID-10 (F84.0) é a classificação internacional de doenças. DSM-5 é o manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Ambos são aceitos para diagnóstico formal.
Dados demográficos: Informe quantidades absolutas (número de pacientes), não percentuais.
Descreva como o tratamento TEA está estruturado atualmente na operadora.
Protocolo estruturado: Documento formal que define critérios de elegibilidade, terapias indicadas, frequência e duração do tratamento.
PTI (Plano Terapêutico Individual): Plano personalizado para cada paciente, definido pela equipe multidisciplinar, com metas e revisões periódicas.
Carga horária: Média de horas de terapia por paciente. Se houver variação por nível de suporte (leve/moderado/severo), descreva no campo de variação.
Cadastre os profissionais que atendem TEA na rede. Esses dados serão usados para futuras capacitações e comunicações.
Você pode preencher individualmente usando os campos abaixo, ou anexar uma planilha/lista com os dados de todos os profissionais de uma vez.
Formatos aceitos para upload: Excel (.xlsx, .xls), CSV, PDF ou Word. A planilha deve conter: nome, registro profissional, e-mail, telefone e vínculo.
Informe como os profissionais que atendem TEA são remunerados pela operadora.
PF: Pagamento como pessoa física (autônomo).
PJ: Pagamento via pessoa jurídica (clínica, cooperativa, empresa).
Variável: Remuneração atrelada a metas, indicadores ou produção.
Salário + Variável: Componente fixo (salário) mais componente variável.
Somente Salário: Remuneração fixa mensal, sem componente variável.
Preencha o valor unitário (por sessão/atendimento) e o valor mensal médio para cada categoria.
Informe dados sobre ações judiciais relacionadas ao TEA contra a operadora.
Média mensal: Número médio de novas ações por mês no período informado.
Valor médio: Custo médio por ação (honorários + tratamento deferido + custas).
Juízes e peritos: Listar os principais nomes ajuda a mapear padrões de decisão e embasar estratégias de defesa técnica.
Descreva como o paciente TEA percorre a rede hoje (AS-IS), desde a porta de entrada até o acompanhamento contínuo.
Porta de entrada: Como o paciente chega (emergência, consulta eletiva, encaminhamento, judicialização).
Gargalos: Pontos onde há atraso, retrabalho ou perda de qualidade.
Pontos de dor: Problemas percebidos por cada stakeholder (família, operadora, prestador).
Requisitos para Linha de Cuidado: O que seria necessário para estruturar uma linha de cuidado formal para TEA.
Informe como a operadora governa os dados e processos relacionados ao TEA.
Compartilhamento de risco: Se existe modelo de remuneração que divide risco financeiro entre operadora e prestador.
Conjunto mínimo de dados: Tabela com os dados essenciais para gestão do TEA. Informe se cada dado está disponível, de onde vem, com que frequência é atualizado e quem é responsável.
Indicadores assistenciais: Métricas usadas para monitorar qualidade e resultado do cuidado TEA.
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